Como o Sagrado Feminino mudou minha visão sobre ser mulher

O que dizer sobre ser mulher? Por muitos anos enfrentei (e ainda enfrento) conflitos por ser mulher, algumas vezes muito indignada com aquilo que me diziam que não poderia fazer ou ser, algumas vezes me sentindo forte e achando que está força vinha de um lado muito masculino, e muitas vezes achando que eu deveria brigar, usar a força, me sobrepor para poder vencer.

Estes conflitos sempre me geraram um incomodo, por que eu amo e acho lindo ser mulher, mas algo simplesmente não encaixava, me entristecia e me dava raiva, muita raiva.

Eu já tinha ouvido falar sobre o Sagrado Feminino, naquele estilo “É, eu já ouvi este nome”, e até então, não havia participado de nenhuma experiência que trabalhasse diretamente com ele. Foi então que ouvi falar sobre um curso que me chamou atenção pela proposta e pelo lugar que seria realizado.

Renascer para Ser, um curso idealizado pela Verônica Sterzek Lin, uma mulher que eu admiro pela força e pelas transformações, promete um final de semana olhando para o nosso feminino. Este curso hoje é realizado no Hotel Ponto de Luz, na cidade de Joanópolis interior de SP (hotel que merece um post todinho só dele), é um curso de um final de semana apenas para mulheres, que me chamou atenção por abordar a dificuldade que temos em receber aquilo que merecemos, sempre exercendo diversos papéis pouco olhamos para quem somos e qual é o nosso poder.
Bom, isso bateu aqui em mim, pois, sabia que tinha uma força, que tinha algo muito mágico em ser mulher, mas precisava de ajuda para encontrar.

Vista do meu quarto

Chegando ao hotel, que é vegetariano, holístico, sustentável e cercado pela mata, me deparo com uma equipe (Angelina, Cris, Kelly, Sayuri e Verônica) repleta de amor e então, pronto, sinto a magia começando a se formar à minha volta. Logo nos primeiros instantes do curso já foi abordado o Sagrado Feminino conceito que trabalha a energia do feminino, a energia ying, do amor e receptividade.

Sei que para muitas mulheres, assim como eu, que sempre se acharam “mais homem” do que muito homem (mesmo que seja um sentimento machista, ele estava presente em mim), essas coisas podem soar como querer explorar uma fragilidade, uma fraqueza, onde a mulher tem que ser passiva e aceitar o que vier, porém, neste final de semana eu descobri que não poderia estar mais errada do que estava.

Não quero entrar em detalhes dos acontecimentos do curso, até para não influenciar a percepção ou expectativas que você pode vir a criar, e também por que sei que a cada treinamento está equipe maravilhosa vêm trabalhando e melhorando. Mas quero ressaltar alguns pontos que fizeram mudar minha percepção sobre ser mulher e sobre mim:

Esteja no seu lugar e somente no seu lugar

Nós mulheres estamos acostumadas a sermos criadas para adotar mil papéis, a mulher trabalhadora e independente, que ao mesmo tempo é uma boa dona de casa, esposa, mãe, filha, amiga, que é forte e enfrenta o mundo, mas que deve estar disponível para cuidar de todos deixando que seus planos sejam secundários, e por aí vai.

Crescemos achando que devemos dar conta de tudo e de todos, e com isso, muitas vezes assumimos papéis que não deveriam ser nossos, como ser mãe do seu companheiro ou até mesmo dos seus pais, e não que alguém tenha te pedido diretamente  isso, mas nós acabamos assumindo um peso que não nos pertence e, que é grande demais para carregar sozinha.

Quando entendi qual é o meu lugar, como filha, irmã, mulher, parece que a vida fluiu mais leve.

 

A suavidade é mais forte do que você imagina

 
Eu que sempre fui meio bruta, e tentava conquistar as coisas no grito e na força, me sentia muito mal por sempre precisar brigar com alguém para ser ouvida, eu realmente acreditava que qualquer tipo de demonstração de fragilidade, de suavidade, de delicadeza, era um sinal de fraqueza. 
No Renascer para Ser tive a oportunidade de entender o quão forte era essa sutileza que estava dentro de mim, e que ser como uma água me fazia adentrar em lugares mais interessantes do que ser jamais iria conseguir sendo uma pedra. 
Descobri uma força dentro de mim, mais poderosa do que eu podia imaginar.
 
Se conecte com você e seja livre 
 
Muitas vezes nestas buscas de cumprir papéis, nós esquecemos de ver quem nós somos e o que queremos. Acaba que nos colocamos em uma prisão sem nem perceber as grades da prisão que criamos. 
Ali pude olhar para mim com este olhar de amor e acolhimento que o feminino carrega, e tirei a primeira gradinha desta prisão.

Não sei te dizer se é o ambiente que carrega uma energia diferente, se é a equipe, se são as mulheres que você conhece, se é o método do curso, não sei, mas o que posso te dizer é que apenas ao entrar em contato com o Sagrado Feminino que me senti a vontade com o meu papel, me senti parte desta natureza geradora de Vida, meu coração ficou mais suave, calmo, e eu senti que poderia chegar muito mais longe do que conseguia imaginar, sendo apenas quem eu sou.

Vou deixar aqui dois links bacanas para maiores informações:
Uma breve explicação sobre o que é o Sagrado Feminino clique aqui
Para saber mais sobre o Renascer para Ser clique aqui

Um grande beijo!

3 comentários sobre “Como o Sagrado Feminino mudou minha visão sobre ser mulher

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